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Não precisa ser magra ou super flexível! Ioga é para todos

Não existe um estereótipo para apostar na modalidade. A maior prova disso são essas quatro mulheres. Vem conhecer a história delas!

Publicada em: 31/03/2016



Fazer invertida, sossegar a mente e praticar ioga não é só para as celebridades como Gisele Bündchen, Madonna e Fernanda Lima. Os benefícios da aula estão ao alcance de todas, anônimas ou conhecidas, no mundo inteiro. Para provar que a ioga é democrática, a gente conta a história de quatro mulheres que se apaixonaram pela modalidade e conquistaram a internet:

1. Kristen Deandrade

Kristen sofre de nanismo e, aos 30 anos, mede 1,49m. Depois de passar muitas cirurgias para corrigir as imperfeições de nascença e sofrer com preconceitos pessoais, ela resolveu aceitar o seu corpo como ele é. E sabe quem mais ajudou nesse processo? A ioga. A modalidade mostrou para Kristen que amar meu corpo era essencial para melhorar o meu desempenho na modalidade. 

2. Yulady Saluti

Nos últimos 11 anos, ela passou por 26 cirurgias. Todas para combater o câncer de mama e um tumor no reto. As cirurgias salvaram a sua vida, mas trouxeram imperfeições e cicatrizes, que resultaram em uma forte depressão. A ioga, neste caso, veio como uma ajuda mental.  A prática diária também ajuda a guerreira a não desistir. 

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3. Emily Nolan

Ela é uma modelo plus size, mas aceitar as suas curvas não foi um processo fácil. O transtorno alimentar sempre foi um problema para a garota, que passou por muitas internações antes de conhecer a ioga. Aos 18 anos, a modalidade entrou em sua vida como um complemento ao tratamento tradicional. E a sensação, segundo ela, foi libertadora. Emily descobriu que não precisa mudar o corpo para ter autoconfiança. 

4. Jessamyn Stanley

A briga com a balança sempre foi um desafio para Jessamyn. Por ser uma mulher acima do peso, sofreu com preconceito e descriminação desde cedo. A ioga veio como uma maneira de superar suas barreiras emocionais. E adivinhe? A tática funcionou e ela aprendeu a lidar com desafios. 

Fonte: Revista Boa Forma
Edição: F.C.



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