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ANTICONCEPCIONAL


Tire suas dúvidas sobre pílula do dia seguinte

Publicada em: 07/07/2005



A pílula anticoncepcional de emergência, também chamada ?pílula do dia seguinte? é um eficiente método para evitar a gravidez quando ocorrem situações que não estavam programadas.

Consiste na ingestão de um ou dois tipos de hormônios em dosagens maiores que as habituais, o que irá interferir na ovulação, motilidade tubária, fertilização e no revestimento interno do útero (endométrio), criando um ambiente impróprio para a implantação do óvulo.

Deverá ser utilizada nos casos de emergência, por exemplo, quando a camisinha estoura, quando há falhas de outros métodos ou nos casos de estupro.

É um método que deve ser utilizado até 72 horas após uma relação sexual desprotegida. A sua eficácia será maior quanto menor for o intervalo entre a relação sexual e a ingestão da pílula. Se usada até 24h da relação tem um índice de falha de 5%. Entre 25 e 48h o índice de falha aumenta para 15% e entre 49 e 72h o índice chega a 42%.

Por interferir nos mecanismos hormonais que regulam o ciclo menstrual, a pílula do dia seguinte pode alterar o padrão menstrual (antecipando ou adiando a data esperada, aumentando ou diminuindo o fluxo menstrual).

Outros efeitos colaterais são: náuseas, vômitos, cefaléias (dor de cabeça) e mastalgia (dor nos seios). Por esse motivo, este método só deve ser utilizado em circunstâncias excepcionais, não substituindo de forma alguma os outros métodos anticoncepcionais disponíveis, pois estes têm eficácia e menos efeitos colaterais.

Vale ressaltar que a pílula do dia seguinte não protege contra doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids. Faça Sexo Seguro utilizando sempre camisinha, pois ela é imprescindível na prevenção de doenças.

Fonte: Socorro Martins - Ginecologista e obstetra do Medplan



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