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CUIDADO


Vem aí o Estresse Tóxico: O que fazer?

Publicada em: 21/02/2005



 

 
O estresse é, mais que um problema do indivíduo, um problema da empresa, da organização. Quando um grupo de funcionários dentro de uma empresa começa a apresentar sinais evidentes de estresse o que está sendo revelado não é um só um problema de um grupo de indivíduos na administração de seus conflitos pessoais, mas sim o indício de estruturas e ambientes de trabalho doentes.
 
Assim, para reduzir o estresse nas empresas e melhorar a qualidade de seus desempenhos é preciso uma compreensão mais profunda da realidade.
 
Os pesquisadores dizem que cerca de 70% das causas de estresse são originadas por problemas na estrutura da empresa, e somente 30% estão relacionadas ao próprio funcionário. Assim, deve-se abordar o problema através de duas ferramentas: 1°) entrevistas individuais periódicas com os funcionários, 2°) entrevistas setoriais (após as quais cada setor recebe um "diagnóstico"). A partir daí, os gestores e os psicólogos tomarão atitudes coordenadas para resolver as questões identificadas.
 
Não adiantará tomar atitudes isoladas. Embora algumas vezes demissões possam ser necessárias, se não forem solucionadas as falhas no comportamento e nos procedimentos da empresa os problemas persistirão, e a situação evoluirá para aquilo que os especialistas estão chamando de "estresse tóxico" ! Quando a empresa atinge o estágio de estresse tóxico, a motivação e o desempenho das equipes começam a ser nitidamente comprometidos, com reduções drásticas dos resultados da corporação.
 
O método de abordagem do problema passa por 4 fases: diagnóstico e levantamento dos impactos; discussão e validação com a administração; desenvolvimento das recomendações e preparação do plano de trabalho. A partir daí avança-se para a correção dos procedimentos em seis áreas: controle decisório; apoio dos colegas; relacionamentos na empresa; papéis e responsabilidades; exigências da função e mudanças organizacionais.
 
Muito importante, ainda, é o trabalho de prevenção, realizado por meio do acompanhamento das áreas críticas, treinamentos e reuniões de trabalho periódicas. Através dessas atividades a melhoria contínua dos processos contribuirá muito na a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento do estresse tóxico.



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