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TECNOLOGIA


Conheça o serviço de táxi sem motorista da Waymo

Os carros estão circulando sem nenhum humano no banco do motorista — até então, um funcionário ficava dentro do veículo para entrar em ação se alguma coisa desse errado.

Publicada em: 2017-11-10 09:23:00



A Waymo, empresa de carros autônomos da Alphabet, já possui uma frota circulando sem humanos na região metropolitana de Phoenix, no estado americano do Arizona. O próximo passo é testar a tecnologia com usuários comuns: eles poderão fazer viagens pela cidade, como uma espécie de Uber sem motorista. Desde a terça-feira (7), os carros estão circulando sem nenhum humano no banco do motorista — até então, um funcionário ficava dentro do veículo para entrar em ação se alguma coisa desse errado. Já existem 100 vans Chrysler Pacifica na frota, e o número deve subir para 600 nos próximos meses.

Funciona assim: os moradores de Phoenix terão acesso a um aplicativo da Waymo; basta informar origem e destino, solicitar o veículo e… pronto. A empresa diz que os usuários poderão “se deslocar para o trabalho, levar as crianças para a escola ou voltar para casa depois da noitada”. É um concorrente direto do Uber, que trabalha em uma tecnologia semelhante (e está metido em uma briga com a Waymo).

O Ars Technica testou o táxi autônomo da Waymo em um ambiente controlado. Ele é parecido com um veículo convencional, com volante e pedais, com a diferença de que ninguém se senta no banco do motorista. Um painel no teto possui botões para iniciar a viagem, sair do carro (ele não para em lugares perigosos, como no meio de um cruzamento) ou pedir suporte.

Duas telas mostrarão em tempo real o que o carro da Waymo está “enxergando”, para que os usuários se sintam mais seguros. Elas exibirão um mapa em 3D, o tempo estimado de chegada e todos os objetos próximos ao carro, como pedestres, bicicletas, outros automóveis e mais.

Trata-se do primeiro produto comercial da Waymo. Inicialmente, o serviço estará disponível em uma pequena área de Phoenix, mas a ideia é expandi-lo para uma “região que seja maior que a Grande Londres” à medida que a frota de carros aumentar.

 


Fonte: Tecnoblog
Edição: F.C.